quarta-feira, 8 de junho de 2011

Visita de Estudo em Lisboa


















08.00 – 10.00

No dia vinte e três de Maio de dois mil e onze, as turmas do 8ºano foram a Lisboa. Com eles iam quatro professores: Rui Teresa; Catarina Pimenta; Ana Correia e Elizabete. Abalaram da escola e foram para Lisboa. Passaram por Santa Luzia, Alvalade, Mimosa, … No autocarro eu ia com a minha colega Marta Ramos. Nós ouvimos música, tivemos as nossas conversas, mandámos mensagens… Pelo caminho encontrámos uma árvore seca com vários ninhos de cegonha, eram uns três ou quatro. Por volta das nove horas e meia fizemos uma paragem numa estação de serviço de Alcácer do Sal. A estação de serviço tinha um parque de merendas, um parque infantil, uma bomba de gasolina e um café/restaurante. Já havia muitas pessoas com fome. Alguns lancharam, outros foram à casa de banho e também houve quem comprasse revistas. Também tirámos fotografias. Estivemos pouco tempo parados, pois tínhamos de chegar a horas… Abalámos quando faltavam mais ou menos quinze minutos para as dez horas.

Gostámos muito de parar na estação de serviço, pois já estávamos fartos de andar de autocarro. A viagem é sempre muito cansativa. Não estamos habituados a fazer viagens tão grandes, então ficamos cansados. Só queremos é sair de dentro do autocarro. E também nos levantámos mais cedo do que é normal.

Eu pessoalmente gostei muito da paragem na Estação de Serviço. Pois já estava farta de andar de autocarro e também já tinha muita fome. Também gostei muito de ir no autocarro com a Marta. Gostei de falar, ouvir música com ela. Tentámos dormir, mas havia sempre barulho, não dava resultado.

10.00 – 12.00

Voltámos para o autocarro e continuamos a viagem. No autocarro a turma A, ia numa fila do autocarro e a turma B ia na outra. O professor Rui Teresa fez um filme com todos os “passageiros”. Por volta das dez horas e meia, chegámos ao Instituto de Meteorologia. Quando lá chegámos, tivemos de esperar até às onze horas, por uma senhora. Enquanto esperámos tirámos fotografias, fomos à casa de banho, conversámos uns com os outros... Às onze horas uma senhora esteve-nos a explicar como funcionavam os instrumentos. Disse-nos que não podiam lançar um balão pois, faltava uma peça que vem do Japão. Mostrou-nos os instrumentos com que trabalham quando o outro sistema não funciona. Depois de nos mostrar todos os instrumentos subimos umas escadas e fomos para um terraço. Desse terraço conseguimos observar a TAP (Transportes Aéreos Portugueses.) Depois de observarmos a chegada de aviões, fomos novamente para o autocarro.

Gostámos de ver a chegada dos aviões da TAP, ao aeroporto. Gostávamos muito de ter visto a partida do balão… A senhora disse que o lançamento do balão e a chegada dos aviões são os momentos altos da visita.
Eu gostei muito de ver a chegada dos aviões, e gostava muito de andar num. O meu maior sonho era poder andar de avião. Fazer uma grande viagem de avião. Gostava de ir com os meus amigos. Íamos numa grande viagem. Devia ser muito giro.

12.00 – 14.00

Por volta do meio-dia e meia passámos por baixo do aqueduto das Águas Livres. Tirámos fotografias, para ficar com recordações. Passados alguns minutos do meio-dia, chegámos a um jardim. Quem não levou almoço foi comer ao Mc’ Donalds. Quem levou ficou no jardim à espera dos outros. Enquanto as raparigas estavam à espera que aparece-se algum professor, um grupo de rapazes aproximou-se… Eles tinham facas e tesouras. Nós ficámos com medo… Passado um bocado, um deles foi entregar um objecto à Idalete. Aí foi o limite. Assim que vimos o professor Rui Teresa a sair, fomos logo ter com ele. Depois andámos sempre ao pé dele. Quando acabámos de comer, as raparigas quase todas foram a uma cigana ler a sina. Faltavam mais ou menos dez minutos para as duas quando voltamos para o autocarro. À uma hora estávamos a descansar no jardim.

Gostámos muito da parte de almoçar e de descansar. Já estávamos fartos de andar de autocarro e de estarmos de pé. Também já estávamos fartos de estar ao sol. E depois não levámos bonés, tínhamos as cabeças quentes…

Pessoalmente gostei muito da hora de almoço. Gostei do que a cigana leu na minha sina. Não gostei muito da parte em que aquele grupo de rapazes lá apareceu ao pé de nós. Nós queríamos ir a um parque, mas como eles andavam não fomos.

14.00 – 16.00

Estivemos algum tempo no autocarro e tirámos fotografias. Por volta das catorze horas chegámos ao Teatro. Ainda tivemos que esperar. Fomos a primeira escola a chegar. Quando lá chegámos, estava um portão fechado. Ao princípio pensámos que estávamos enganados, mas depois o professor Rui Teresa foi à procura. Em seguida veio nos chamar. Já estávamos todos a entrar para uma porta que pertencia ao teatro. Quando um senhor disse que era para ir para ao pé de um portão. Onde nós estávamos antes… tivemos de voltar para lá outra vez. Esperámos mais uns cinco minutos e depois abriram o portão. Havia um grupo, um para cada escola. Em cada fila estavam seis cadeiras. Nós não nos podemos sentar ao pé de quem queríamos. Pois quem escolhia os lugares era uma senhora que lá estava. O teatro foi muito divertido.

O elenco era: Eduardo Galhardo – General Lemos, Isidoro;

Fábio Ferro – Duarte;

Luís Valente – Brás Ferreira;

Mónica Figueiras – Joaquina;

Rafaela Covas – Amália;

Ruy Pessoa – José Félix.

Gostámos de ver o teatro. A parte de estarmos à espera e de andarmos de um lado para o outro foi um bocado chata.

Eu, pessoalmente gostei muito de ver o teatro Falar A Verdade a Mentir. Achei umas partes muito cómicas. As cadeiras não eram muito confortáveis. Não sabia em que posição havia de estar.

16.00 – 18.00


Abalámos do teatro, e entrámos novamente no autocarro. Quando entrámos era para seguirmos viagem, mas como alguns tinham sede e fome… Parámos no Mc’ Donalds. Lanchámos e comemos um gelado. O gelado era muito grande. Foi muito difícil acabá-lo. Muita gente deitou o gelado fora… Não conseguiram…

Depois de todos estarem despachados voltamos para o autocarro… Como fazemos cada vez que andamos de autocarro, falamos, tiramos fotografias… Também nos divertimos, dormimos. Há sempre aqueles que não nos deixam dormir. O que é muito irritante…

Continuámos viagem… Chegámos a Colos já passava muito das dezoito horas.

Gostámos muito da visita de estudo. Foi muito interessante.

A parte que mais gostámos foi a parte do teatro.


Aprendi muito com esta visita de estudo e também foi muito divertido.

trabalho previamente publicado no blogue da sua autora, a Raquel (8ºB)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Dia Mundial da Criança

A 1 de Junho comemora-se o Dia Mundial da Criança.
A Biblioteca não poderia deixar de relambrar esta data.

Aqui estão alguns poemas alusivos a esta data.

Boas leituras

 
Céu


A criança olha
Para o céu azul.
Levanta a mãozinha,
Quer tocar o céu.

Não sente a criança
Que o céu é ilusão:
Crê que o não alcança,
Quem o tem na mão.

Manuel Bandeira, Obras Poéticas, Minerva

Menino
Em mim
A infância permanece,
Tal num jardim
O canteiro se aquece
De rosas e alecrim.

De encontro ao velho muro
Que ruir de ilusões!

E eu continuo
A ter medo do escuro
E a sonhar com ladrões!

Saul Dias, Obra Poética, Brasília Editora.

 
Meninos e Meninas

Todos já vimos
Nos livros, nos jornais, no cinema e na televisão
Retratos de meninas e meninos
A defender a liberdade de armas na mão.

Todo já vimos
Nos livros, nos jornais, no cinema e na televisão
Retratos de cadáveres de meninos e meninas
Que morreram a defender a liberdade de armas na mão.
Todos já vimos!
E então?

Fernando Sylvain
Timor



quarta-feira, 4 de maio de 2011

visita ao lar




No 2º Período no mês de Março, os alunos do 6ºB foram ao lar de Colos acompanhados pela Prof. Maria José Silva, no objectivo de animar os idosos. Os alunos já tinham algumas canções preparadas para os idosos e também tinham uma actividade, que era construir instrumentos musicais com materiais recicláveis. Quando chegamos ao lar os idosos estavam no refeitório, os alunos começaram por os cumprimentar e depois de os cumprimentarem começaram a cantar algumas músicas portuguesas. Assim que os alunos acabaram de cantar ajudaram os idosos a construir instrumentos com materiais recicláveis, os idosos gostaram muito de construir os instrumentos. Estava uma idosa no lar que quando acabou de fazer o seu instrumento começou a cantar músicas portuguesas e a professora Andrea acompanhou-a com o órgão. Logo que a senhora acabou de cantar, os alunos cantaram novamente outra música e para finalizar esta grande tarde o Rodrigo Castro cantou a música “Deixa-te ficar na minha casa” de Nuno Norte. Os idosos disseram que gostaram muito da tarde que passaram com os alunos e agradeceram muito a nossa presença.


Trabalho elaborado pela Cristiana

Soltas em Colos

De vez em quando tiram-se fotografias em Colos. De vez em quando dar-vos-emos ecos desses momentos. Esta é uma dessas vezes e... espero que gostem. São fotos do professor Rui Teresa.










sexta-feira, 15 de abril de 2011

Visita de Pedro Seromenho à nossa Escola












No dia 4 de Abril recebemos outro escritor e ilustrador na nossa Escola. Desta vez contámos com a presença de Pedro Seromenho, que em duas sessões, nos veio falar dos seus livros Porque é que os animais não conduzem e 900 - A História de um Rei.

Durante a manhã, Pedro Seromenho encantou o público infantil, ao parafrasear o seu livro Porque é que os animais não conduzem e ao mostrar as ilustrações dos livros das aventuras do Gonçalo da Nascente de Tinta.

Para deliciar os olhos de miúdos e graúdos, pegou no marcador mágico que trazia nas mãos e à frente dos nossos olhos nasceu um universo marinho em que não faltaram uma sereia, uma estrela do mar e um menino, sob o olhar de um sol curioso.






Na sessão da tarde, a magia continuou a acontecer e desta vez fascinou o público juvenil, ao contar a  história do nosso primeiro Rei de Portugal, com o livro 900 - A História de um Rei. Para contar esta história às ilustrações a tinta-da-china, que fascinaram todos os presentes, pelos seus detalhes.





 Mas as surpresas não acabaram porque os mais graúdos também tiveram direito a ilustração.
Quem não gostou de ver este dragão a ser observado por um sol ainda sonolento...













O  nosso Muito Obrigada ao Pedro Seromenho
pela viagem que nos proporcionou.

D'Arcy Albuquerque e a Princesa dos 3 Castelos

A escritora e ilustradora D'Arcy Albuquerque visitou a nossa escola no dia 24 de Março de 2011.
Nesse dia realizou duas sessões, no Polivalente da nossa Escola,
e foi recebida com os olhares curiosos dos nossos alunos.






Afinal quem não gostaria de saber como se faz um livro?
 A autora mostrou-nos algumas ilustrações do seu livro A Princesa dos 3 Castelos e explicou de forma sumária, como é planeada a edição de um livro e os vários passos dados desde a redacção do texto até ao produto final.



A nossa repórter, Soraia Lourenço, do Clube de Jornalismo fez  a cobertura deste acontecimento.

A visita de D’ Arcy Albuquerque à nossa escola

 No dia 24 de Março de 2011, a escritora e ilustradora D`Arcy Albuquerque veio à nossa escola explicar-nos como se faz um livro.
Em primeiro lugar, a escritora ilustradora começou por se apresentar a si própria e ao seu trabalho.
De seguida, apresentou-nos um Powerpoint, no qual mostrava como se construía um livro. Ficámos a saber que as partes que constituem um livro são a capa, a contracapa, a lombada e as folhas.
Depois, a autora mostrou-nos as várias técnicas de pintura para fazer uma ilustração.
Eu gostei muito desta apresentação porque vi como é que se faz um livro, como é que se fazem as ilustrações.  
A escritor e ilustradora mostrou-nos alguns dos seus desenhos, feitos em folhas muito grandes.
Ela explicou-nos que os seus textos e ilustrações são enviados para uma editora, onde fazem os livros, para depois serem publicados.
Eu gostei muito deste dia porque aprendi muitas coisas novas e também aprendi como se faz um livro.
                                             
Soraia Lourenço, nº25, 7ºB 

Exemplo de um desenho do livro 
Exemplo de um caderno
 O nosso Muito Obrigada à D'Arcy Albuquerque                                  

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Corta-mato

No dia doze de Janeiro de dois mil e onze realizou-se um corta-mato. Este corta-mato realizou-se na Escola Aviador Brito Paes. Vieram alunos das escolas de São Teotónio, Vila Nova de Mil Fontes e Sabóia. Os alunos e as alunas estavam divididos por escalões de idade e sexo. Os alunos mais velhos corriam com os mais velhos e os mais novos com os mais novos. O corta-mato foi organizado pelos professores das escolas participantes. A nossa escola conseguiu ficar em bons lugares… O nosso colega Diogo Mira conseguiu ficar em primeiro lugar. – ele está de parabéns, pois estavam a correr muitos contra ele… A pista de corrida era pela escola e pelo que se sabe ninguém reclamou da pista. Houve pessoas lesionadas, mas não foi nada de muito grave.


Este artigo foi elaborado pela Laura (8ºB).

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Apresentações de obras literárias


Várias vezes por período, na disciplina de Língua Portuguesa, orientados pelo professor Rui Teresa, são apresentados trabalhos em grupo sobre obras literárias. Há três competências principais que se pretendem desenvolver com esta atividade: fruir literatura, utilizar a língua com correção e saber apresentar-se perante os outros. .

Integrada na “Semana da Leitura”, promovida pela BE, na última jornada de apresentações abordaram-se obras (de livre escolha dos alunos) tais como “O Primo Basílio”, “35 Quilos de Esperança”, “Amor de Perdição” e “Uma família Inglesa”. .

Os alunos elaboraram um suporte escrito para a sua apresentação e esse mesmo suporte acabou por ser publicado em cada um dos seus blogues individuais. .

As apresentações dividiram-se em 4 pontos, a saber: personagens, espaço, tempo, ação. Da impossibilidade de mostrar aqui as apresentações porque dotadas de elementos cénicos, optamos por recomendar a leitura do suporte escrito que os alunos elaboraram e que se serviu de guião à própria apresentação: .




quarta-feira, 30 de março de 2011

Recomendo a leitura do livro “Flor de Mel” de Alice Vieira

Este livro fala sobre uma menina chamada Melinda, que vive com a sua avó. A avó Rosário costumava contar muitas histórias a Melinda sobre a sua mãe.

A Melinda não se lembrava muito bem como era a sua mãe. A única coisa que se lembrava era de um refrão que a sua mãe lhe cantava quando era pequena.

O refrão era assim: “Flor de mel, Flor de mel, Flor de mel à Flor da pele…”

A sua avó contava-lhe muitas histórias sobre a mãe de Melinda. A avó Rosário dizia-lhe que a mãe dela era a Rainha da Dioneias.

O pai de Melinda não gostava que a avó Rosário conta-se aquelas histórias a Melinda. A Melinda não percebia porque é que o pai não gostava que se falasse da sua mãe.

O pai era um homem muito ocupado quase nunca estava em casa.

Numa manhã, a Melinda foi acordada por a vizinha Eulália, porque a sua avó não estava em casa. A Melinda estranhou a ausência da sua avó, mas não disse nada.


Quando o seu pai chegou a casa disse que tinha uma notícia muito triste para lhe dar. A sua avó tinha morrido.

A Melinda ficou a viver uns tempos na casa da tia Eugénia, do tio César e da prima Geninha. Uma noite em que a Melinda não conseguia dormir, teve pela primeira a visita da sua Fada Madrinha. A sua Fada Madrinha era parecida com uma estrela muito brilhante.

Passados uns tempos, a Melinda foi viver com o seu pai, onde passou por muitos quartos.

Um dia o seu pai deixou-a em casa da Mãe Joana. A Mãe Joana era uma ama que cuidava de muitas crianças durante o dia. Nesta casa, a Melinda fez uma grande amizade com André Pequeno.


Se quiserem saber mais pormenores e como acaba esta história, aconselho-vos a ler este livro.


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este artigo é da autoria de: Ana (8ºB)

quarta-feira, 16 de março de 2011

Ida a Lisboa

Na manhã de segunda-feira no dia 17 de Janeiro, juntámo-nos com a turma do 7ºA e fomos para Lisboa de autocarro. às 9h15 parámos numa estação de serviço em Alcácer do Sal durante uma quarto de hora. Todos trouxemos lanche para não termos fome. Alguns dos nossos colegas foram jogar jogos nas máquinas que lá havia. Aproveitámos para ir à casa de banho e tudo!
E assim parámos de hora em hora até chegar a Lisboa.
No autocarro divertimo-nos muito, conversámos uns com os outros... bem, todos fizeram o que lhes apetecia! O autocarro era muito grande. Tinha bancos azuis com bolinhas de várias cores e à nossa frente tinha um suporte para pôr as malas, as bolsas das consolas, etc.
Quando chegámos a Lisboa, passámos pela ponte Vasco da Gama e seguimos logo para o Shopping Vasco da Gama. Assim que lá chegámos fomos passear à beria do rio Tejo (que cheirava muito a algas). Avançámos, avançámos, avançámos até que achámos um serviço onde se podia andar de teleférico no Parque das Nações.
Muitos dos meus colegas foram andar no teleférico, especialmente da nossa turma, foi muito fixe ver o Vasco da Gama de cima e as pessoas muito pequeninas e fazer adeus aos outros que ficaram lá em baixo!
Quem ficou lá em baixo, voltou para trás e a Catarina do nosso grupo, a Madalena e o professor Rui Teresa foram por um jardim muito bonito, cheio de árvores e de flores.
Os outros foram para um café com a professora Elsa Lobão, onde quem foi com o professor Rui Teresa se encontrou com eles um bocadinho mais tarde. Onde os outros que foram andar no teleférico Maria José Belo foram ter para aí uns quinze minutos depois!
Assim que a malta do teleférico chegou lá ao café fomos todos em direção ao Vasco da Gama para almoçar, pois estávamos cheios de fome.
Uns foram buscar comida ao McDonalds, Pans & Company, ao Pizza Hut, poucos trouxeram comida de casa. Os que trouxeram comida de casa foram para uma varanda com muitas mesas para comermos. O que foi mais engraçado foi quando os que vinham das outras lojas ficaram desnorteados, porque havia duas: a que estava vazia e a que tinha as mesas todas cheias, os que estavam na varanda vazia estavam sempre a chamá-los.
Depois de todos comermos fomos para as lojas sem os professores, uns foram para a SprtZone, Worten, Fnac, Vobis, C&A... Os professores marcaram uma hora conosco, para nos encontrarmos todos no rés-do-chão, para fazer a contagem. De seguida fomos para o autocarro para uma escola privada, onde íamos ver o teatro sobre a história "Ulisses". Esperámos muito para entrar, pois havia muitas escolas para ver esse teatro.
A história foi muito cómica e tirámos algumas fotografias.
Quando saímos do teatro havia pessoas a distribuir cartões para falarmos grátis com os nossos amigos.
A viagem para cá foi muito divertida, fartámo-nos de rir! Chegámos a Colos às sete e meia da noite.



Reportagem elaborada pelos alunos do 7ºB: Ana Granadas, André Catarino, Catarina Silva, Miguel Guerreiro, Miguel Silva.
Trabalho previamente publicado no blog do Miguel Guerreiro: texto e imagens

Workshop "A Princesa dos 3 Castelos" - com a escritora e ilustradora D'Arcy Albuquerque


Imagem retirada de http://www.darcyalbuquerque.com/





A escritora e ilustradora D'Arcy Albuquerque vem à Biblioteca Escolar do nosso Agrupamento, no próximo dia 24 de Março, quinta-feira, para nos falar sobre o seu livro "A Princesa dos 3 Castelos".







Livros publicados pela autora 









 
Para ficares a saber um pouco mais sobre esta autora, visita o seu site na Net:

http://www.darcyalbuquerque.com/?page_id=2

terça-feira, 8 de março de 2011

Autor do Mês - Pedro Seromenho

Este mês vamos conhecer a obra do escritor e ilustrador Pedro Seromenho.


Biografia de Pedro Seromenho


Pedro Seromenho Rocha, de nacionalidade portuguesa, nasceu sob a constelação de gémeos em 1975, na cidade de Salisbúria (Harare), República do Zimbabué. Com apenas dois anos de idade fixou-se em Tavira e mais tarde em Braga, onde reside actualmente.
Embora se tenha formado em Economia, desde muito cedo demonstrou excepcionais apetências pelo universo da escrita e da pintura, colaborando em inúmeras publicações e exposições como escritor e ilustrador.
Agora, com o lançamento do romance “Nascente de Tinta”, o autor dá finalmente os seus primeiros passos num mundo de sonho e de imaginação que está ao alcance das crianças e dos adultos.
Trata-se do início de uma longa caminhada que, prevendo-se ora difícil ora gratificante, será sempre levada a cabo com prazer. Aliás, como o próprio autor adianta, este é o único caminho a tomar:

“No dia em que descobri este novo imaginário, redescobri-me por completo. Não fazia ideia do enorme prazer que é comunicar com o público jovem. De facto, são eles que me exigem uma escrita mais criativa e também sensorial. E o resto é fácil. É sonhar.”

Numa simples folha de papel nasce um mundo de sonhos...

imagem retirada de omundodaspalavras.blogs.sapo.pt



Bibliografia de Pedro Seromenho:

2011  Paleta de Letras

Ilustração de A Nascente de Tinta









2011  Paleta de Letras














2009  Opera Omnia, Unipessoal, Lda














2008  Librobraga     

























Vídeos de Pedro Seromenho








Para saberes mais sobre este escritor e ilustrador que vem à nossa escola, visita o seu blogue:

http://seromenho.blogspot.com/